Quando elaboramos um projeto de engenharia, devemos ter a clareza que este surge por uma necessidade de negócio, por melhoria na qualidade de vida das pessoas e ou sociedade e ter a consciência do impacto positivo que este projeto e futuro empreendimento irá causar na vida das pessoas.
Há também algum impacto negativo, que deverá ser analisado com muito cuidado e de forma técnica. A relação custo/benefício na qualidade de vida deve ser isenta de paixão.
Desenvolver habilidades análiticas, racionais e até com sentimento para viabilizar o empreendimento, influenciará na boa qualidade do projeto e no êxito da construção e futura operação.
De uma forma simplista (ou simplória), considero tópicos importantes para este processo:
- Reutilização de dados, informações e conhecimentos em projetos e soluções similares;
- Redução de prazos sem comprometer qualidade e segurança, com uso de ferramentas tecnológicas adequadas, assim como capacitação das pessoas envolvidas em cada etapa do processo;
- Reciclagem de materiais, processos e idéias, ou seja, novas abordagens para o mesmo problema, podem contribuir para soluções inovadoras.
Estes simples quesitos poderão contribuir de forma substancial para um processo inovador, com melhorias de produtividade no projeto, construção, operação e manutenção.
Repare que nesta postagem, tratei a engenharia como um processo, onde as etapas podem e devem ser trabalhadas de forma interdisciplinar, pois permite o trabalho em paralelo de muitas etapas, possibilitando um entendimento harmônico (ou quase) entre as disciplinas/departamentos envolvidos.
Renato Miranda
Dado, Informação, Conhecimento, Sabedoria. Aprender, Pensar, Planejar, Executar. Desenvolver habilidades e competências.
quarta-feira, 21 de julho de 2010
Tempo em Fatias
Quem teve a idéia de cortar o tempo em fatias, ao que se deu o nome de ano, foi um indivíduo genial.
Industrializou a esperança, fazendo-a funcionar no limite da exaustão.
Doze meses são suficientes para qualquer ser humano se cansar e entregar os pontos.
Aí entra o milagre da renovação e começa tudo outra vez, com outro número e outra vontade de acreditar que daqui para diante vai ser diferente.
(Carlos Drummond de Andrade)
Industrializou a esperança, fazendo-a funcionar no limite da exaustão.
Doze meses são suficientes para qualquer ser humano se cansar e entregar os pontos.
Aí entra o milagre da renovação e começa tudo outra vez, com outro número e outra vontade de acreditar que daqui para diante vai ser diferente.
(Carlos Drummond de Andrade)
terça-feira, 29 de junho de 2010
A verdadeira história dos cegos e o elefante - O que houve depois
A história dos cegos e do elefante está disseminada por aí, em várias versões. Mas nenhuma conta o que aconteceu depois. Corrigimos isso a tempo, confira.
Era uma vez seis cegos à beira de uma estrada. Um dia, lá do fundo de sua escuridão, eles ouviram um alvoroço e perguntaram o que era.
Era um elefante passando e a multidão tumultuada atrás dele Os cegos não sabiam o que era um elefante e quiseram conhecê-lo.
Então o guia parou o animal e os cegos começaram a examiná-lo:
Apalparam, apalparam...Terminado o exame, os cegos começaram a conversar:
— Puxa! Que animal esquisito! Parece uma coluna coberta de pêlos!
— Você está doido? Coluna que nada! Elefante é um enorme abano, isto sim!
— Qual abano, colega! Você parece cego! Elefante é uma espada que quase me feriu!
— Nada de espada e nem de abano, nem de coluna. Elefante é uma corda, eu até puxei.
— De jeito nenhum! Elefante é uma enorme serpente que se enrola.
— Mas quanta invencionice! Então eu não vi bem? Elefante é uma grande montanha que se mexe.
E lá ficaram os seis cegos, à beira da estrada, discutindo partes do elefante. O tom da discussão foi crescendo, até que começaram a brigar, com tanta eficiência quanto quem não enxerga pode brigar, cada um querendo convencer os outros que sua percepção era a correta. Bem, um não participou da briga, porque estava imaginando se podia registrar os direitos da descoberta e calculando quanto podia ganhar com aquilo.
A certa altura, um dos cegos levou uma pancada na cabeça, a lente dos seus óculos escuros se quebrou ferindo seu olho esquerdo e, por algum desses mistérios da vida, ele recuperou a visão daquele olho. E vendo, olhou, e olhando, viu o elefante, compreendendo imediatamente tudo.
Dirigiu-se então aos outros para explicar que estavam errados, ele estava vendo e sabia como era o elefante. Buscou as melhores palavras que pudessem descrever o que vira, mas eles não acreditaram, e acabaram unidos para debochar e rir dele.
Morais da história:
Em terra de cego, quem tem um olho anda vendo coisas.
Quando algo é percebido como verdade, o que é diferente parece mentira.
Problemas comuns unem.
Se você for falar sobre um bicho para uma pessoa que nunca viu um, melhor fazer com que ela o veja primeiro.
Virgílio Vasconcelos Vilela
Era uma vez seis cegos à beira de uma estrada. Um dia, lá do fundo de sua escuridão, eles ouviram um alvoroço e perguntaram o que era.
Era um elefante passando e a multidão tumultuada atrás dele Os cegos não sabiam o que era um elefante e quiseram conhecê-lo.
Então o guia parou o animal e os cegos começaram a examiná-lo:
Apalparam, apalparam...Terminado o exame, os cegos começaram a conversar:
— Puxa! Que animal esquisito! Parece uma coluna coberta de pêlos!
— Você está doido? Coluna que nada! Elefante é um enorme abano, isto sim!
— Qual abano, colega! Você parece cego! Elefante é uma espada que quase me feriu!
— Nada de espada e nem de abano, nem de coluna. Elefante é uma corda, eu até puxei.
— De jeito nenhum! Elefante é uma enorme serpente que se enrola.
— Mas quanta invencionice! Então eu não vi bem? Elefante é uma grande montanha que se mexe.
E lá ficaram os seis cegos, à beira da estrada, discutindo partes do elefante. O tom da discussão foi crescendo, até que começaram a brigar, com tanta eficiência quanto quem não enxerga pode brigar, cada um querendo convencer os outros que sua percepção era a correta. Bem, um não participou da briga, porque estava imaginando se podia registrar os direitos da descoberta e calculando quanto podia ganhar com aquilo.
A certa altura, um dos cegos levou uma pancada na cabeça, a lente dos seus óculos escuros se quebrou ferindo seu olho esquerdo e, por algum desses mistérios da vida, ele recuperou a visão daquele olho. E vendo, olhou, e olhando, viu o elefante, compreendendo imediatamente tudo.
Dirigiu-se então aos outros para explicar que estavam errados, ele estava vendo e sabia como era o elefante. Buscou as melhores palavras que pudessem descrever o que vira, mas eles não acreditaram, e acabaram unidos para debochar e rir dele.
Morais da história:
Em terra de cego, quem tem um olho anda vendo coisas.
Quando algo é percebido como verdade, o que é diferente parece mentira.
Problemas comuns unem.
Se você for falar sobre um bicho para uma pessoa que nunca viu um, melhor fazer com que ela o veja primeiro.
Virgílio Vasconcelos Vilela
Mônica Mello: OS NOVOS CAMINHOS DA APRENDIZAGEM ATRAVÉS DA EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA – EaD
A conscientização dos direitos do cidadão e a conseqüente exigência cada vez maior pela qualidade tem levado às empresas a aprimorar seus processos e resultados. A melhoria de processos e resultados passa pela qualificação e atualização constante e o sistema de ensino tradicional não mais consegue dar conta de atender essa demanda.
Como a sociedade moderna está inserida num processo de reestruturação para adequação do modelo industrial para um modelo onde o conhecimento é visto como a maior riqueza para uma organização, que reconhece uma nova arquitetura organizacional e de gestão coletiva, a solução está na utilização de ferramentas tecnológicas voltadas à construção de um canal de comunicação adequado, que possibilite o fortalecimento das relações.
O grande volume de informações que se precisa obter e gerenciar num curto espaço de tempo impõe a necessidade de romper com as distâncias espaciais e temporais. Neste contexto, a Educação a Distância contribui sobremaneira com a qualificação dos profissionais que passam a não mais depender apenas do meio tradicional de aprendizagem.
A economia globalizada e a forte influência dos meios de comunicação e dos recursos de informática aliados a mudança de paradigma da ciência não comportam um ensino que se caracterize por uma prática pedagógica conservadora, repetitiva e acrítica.
A educação, frente a essa nova realidade, deve refletir sobre seu papel e propor novos rumos, que atendam não só as exigências do mercado de trabalho no qual os alunos estão inseridos, mas também, e principalmente, que promovam o desenvolvimento de cidadãos críticos, criativos, autônomos, que possam solucionar problemas em contextos imprevistos, que sejam agentes de transformação do meio em que vivem – sujeitos de seu próprio ambiente.
Num caráter mais amplo, a tecnologia da informação, entendida como os recursos de hardware, software e redes de computadores, pode ajudar a melhoria da qualificação profissional, a tornar mais acessíveis e conhecidas as políticas educacionais dos países, os projetos pedagógicos das escolas de todos os níveis e melhoria dos serviços prestados à população brasileira.
Neste cenário há sem dúvida uma crescente valorização da Educação a Distância – EaD devido à crença na sua capacidade de cumprir metas de instrução com uma baixa razão custo/benefício e largo alcance territorial.
A Educação a Distância é uma modalidade de educação em que as atividades de ensino-aprendizagem são desenvolvidas majoritariamente sem que alunos e professores estejam presentes no mesmo lugar à mesma hora fisicamente, mas podem estar interligados por tecnologias, principalmente a internet, podendo ser utilizados o correio, o rádio, a televisão, o vídeo, o CD-ROM, o telefone, o fax, etc.
A Educação a Distância depende para o seu êxito - além de sistemas e programas bem definidos - de recursos humanos capacitados, material didático adequado e, fundamentalmente, de meios apropriados de se levar o ensinamento desde os centros de produção até o aluno, devendo existir instrumentos de apoio para orientação aos estudantes através de pólos regionais. Essa conjugação de ferramentas permite resultados altamente positivos em qualquer lugar do mundo. Neste contexto destaca-se a importância do ambiente virtual de aprendizagem.
Como a sociedade moderna está inserida num processo de reestruturação para adequação do modelo industrial para um modelo onde o conhecimento é visto como a maior riqueza para uma organização, que reconhece uma nova arquitetura organizacional e de gestão coletiva, a solução está na utilização de ferramentas tecnológicas voltadas à construção de um canal de comunicação adequado, que possibilite o fortalecimento das relações.
O grande volume de informações que se precisa obter e gerenciar num curto espaço de tempo impõe a necessidade de romper com as distâncias espaciais e temporais. Neste contexto, a Educação a Distância contribui sobremaneira com a qualificação dos profissionais que passam a não mais depender apenas do meio tradicional de aprendizagem.
A economia globalizada e a forte influência dos meios de comunicação e dos recursos de informática aliados a mudança de paradigma da ciência não comportam um ensino que se caracterize por uma prática pedagógica conservadora, repetitiva e acrítica.
A educação, frente a essa nova realidade, deve refletir sobre seu papel e propor novos rumos, que atendam não só as exigências do mercado de trabalho no qual os alunos estão inseridos, mas também, e principalmente, que promovam o desenvolvimento de cidadãos críticos, criativos, autônomos, que possam solucionar problemas em contextos imprevistos, que sejam agentes de transformação do meio em que vivem – sujeitos de seu próprio ambiente.
Num caráter mais amplo, a tecnologia da informação, entendida como os recursos de hardware, software e redes de computadores, pode ajudar a melhoria da qualificação profissional, a tornar mais acessíveis e conhecidas as políticas educacionais dos países, os projetos pedagógicos das escolas de todos os níveis e melhoria dos serviços prestados à população brasileira.
Neste cenário há sem dúvida uma crescente valorização da Educação a Distância – EaD devido à crença na sua capacidade de cumprir metas de instrução com uma baixa razão custo/benefício e largo alcance territorial.
A Educação a Distância é uma modalidade de educação em que as atividades de ensino-aprendizagem são desenvolvidas majoritariamente sem que alunos e professores estejam presentes no mesmo lugar à mesma hora fisicamente, mas podem estar interligados por tecnologias, principalmente a internet, podendo ser utilizados o correio, o rádio, a televisão, o vídeo, o CD-ROM, o telefone, o fax, etc.
A Educação a Distância depende para o seu êxito - além de sistemas e programas bem definidos - de recursos humanos capacitados, material didático adequado e, fundamentalmente, de meios apropriados de se levar o ensinamento desde os centros de produção até o aluno, devendo existir instrumentos de apoio para orientação aos estudantes através de pólos regionais. Essa conjugação de ferramentas permite resultados altamente positivos em qualquer lugar do mundo. Neste contexto destaca-se a importância do ambiente virtual de aprendizagem.
O certo e o errado do currículo
CERTO
- Colocar nome, endereço, e-mail e telefone no início da primeira página.
- Acrescentar sumário com alguns itens.
- Estabelecer um objetivo profissional
- Realçar empresas onde trabalhou.
- Enfatizar promoções e relacionar cargos ocupados.
- Mostrar resultados e êxitos alcançados.
- Caracterizar cargos ocupados.
- Incluir idiomas que fala e escreve.
ERRADO
- Colocar nome, endereço, e-mail e telefone na última página.
- Incluir número de documentos pessoais.
- Incluir salário ou pretensões salariais.
- Incluir raça, religião e filiação partidária.
- Incluir razões de desligamento.
- Incluir referências pessoais.
- Cometer erros de ortografia.
- Colocar data e assinatura
Fonte: Chiavenato, 2002
- Colocar nome, endereço, e-mail e telefone no início da primeira página.
- Acrescentar sumário com alguns itens.
- Estabelecer um objetivo profissional
- Realçar empresas onde trabalhou.
- Enfatizar promoções e relacionar cargos ocupados.
- Mostrar resultados e êxitos alcançados.
- Caracterizar cargos ocupados.
- Incluir idiomas que fala e escreve.
ERRADO
- Colocar nome, endereço, e-mail e telefone na última página.
- Incluir número de documentos pessoais.
- Incluir salário ou pretensões salariais.
- Incluir raça, religião e filiação partidária.
- Incluir razões de desligamento.
- Incluir referências pessoais.
- Cometer erros de ortografia.
- Colocar data e assinatura
Fonte: Chiavenato, 2002
sexta-feira, 25 de junho de 2010
Tecnologia e inovação
O Vídeo abaixo, comenta sobre a velocidade de propagação da internet na vida das pessoas. Compara também o tempo de uma inovação ser absorvida pela sociedade e analisa como as nova tecnologias reduzem este tempo de absorção.
É um pouco longo, mas vale a pena assistir.
É um pouco longo, mas vale a pena assistir.
segunda-feira, 21 de junho de 2010
Mônica Mello: A importância do clima organizacional na Qualidade de Vida no Trabalho
A expressão Qualidade de Vida no Trabalho é bastante ampla, porém na análise desta é de fundamental importância um clima organizacional positivo. É essencial investir em atividades que visem à melhoria da qualidade de vida dos funcionários e atitudes que busquem o aperfeiçoamento do ambiente de trabalho. Daí ressalta-se a importância da avaliação do clima organizacional. Pesquisas sobre níveis de satisfação no ambiente de trabalho são importantes para minimizar conflitos entre as necessidades dos indivíduos e das organizações, pois, através do conhecimento das aspirações, desejos e necessidades dos funcionários, medidas poderão ser adotadas, de modo que a organização possa alcançar seus objetivos institucionais e atender as expectativas dos indivíduos no trabalho.
Como não há no Brasil a rotina formalmente instituída de pesquisar, de um modo geral, ainda se trabalha muito no “achismo”. Com relação às pesquisas de clima, a situação não é diferente, a comprovação disso é que existem poucas publicações em revistas especializadas e livros sobre o assunto.
Embora na década de 30, a idéia de clima organizacional já estivesse implicitamente presente na proposta da Escola das Relações Humanas, de Elton Mayo, quando realizou o experimento de Hawthorne, o que transparece ainda hoje nas organizações é a preocupação com o desempenho dos indivíduos para a execução das metas organizacionais e pouca atenção é dada à realização desses indivíduos dentro da organização.
É necessário que o administrador brasileiro entenda a importância do estudo de clima organizacional para um diagnóstico geral das empresas, bem como melhor entendimento da dinâmica organizacional.
Em geral, é um processo que demanda disponibilidade de tempo e recursos, os quais nem sempre se acham conciliados para o pesquisador.
Os benefícios decorrentes de uma pesquisa de clima para a empresa são muito vastos, dentre eles podem-se citar: medir o grau de satisfação dos funcionários com a empresa, com o trabalho em si e com os colegas de trabalho; subsidiar a empresa na adoção dos novos modelos de gestão, novas ferramentas de trabalho, verificando se as pessoas estarão propícias à adoção ou não destes novos modelos ou ferramentas de trabalho; melhorar a qualidade das relações de trabalho; desenvolver cultura gerencial participativa; identificar lacunas organizacionais, melhorando a imagem da empresa perante os clientes internos e externos e etc.
Como não há no Brasil a rotina formalmente instituída de pesquisar, de um modo geral, ainda se trabalha muito no “achismo”. Com relação às pesquisas de clima, a situação não é diferente, a comprovação disso é que existem poucas publicações em revistas especializadas e livros sobre o assunto.
Embora na década de 30, a idéia de clima organizacional já estivesse implicitamente presente na proposta da Escola das Relações Humanas, de Elton Mayo, quando realizou o experimento de Hawthorne, o que transparece ainda hoje nas organizações é a preocupação com o desempenho dos indivíduos para a execução das metas organizacionais e pouca atenção é dada à realização desses indivíduos dentro da organização.
É necessário que o administrador brasileiro entenda a importância do estudo de clima organizacional para um diagnóstico geral das empresas, bem como melhor entendimento da dinâmica organizacional.
Em geral, é um processo que demanda disponibilidade de tempo e recursos, os quais nem sempre se acham conciliados para o pesquisador.
Os benefícios decorrentes de uma pesquisa de clima para a empresa são muito vastos, dentre eles podem-se citar: medir o grau de satisfação dos funcionários com a empresa, com o trabalho em si e com os colegas de trabalho; subsidiar a empresa na adoção dos novos modelos de gestão, novas ferramentas de trabalho, verificando se as pessoas estarão propícias à adoção ou não destes novos modelos ou ferramentas de trabalho; melhorar a qualidade das relações de trabalho; desenvolver cultura gerencial participativa; identificar lacunas organizacionais, melhorando a imagem da empresa perante os clientes internos e externos e etc.
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